sábado, 19 de julho de 2014

ESTOU DE VOLTA

Recebi recentemente uma mensagem de um leitor que me fez lembrar que tenho dois blogs.
Bom, não quero “desfiar rosário” tive sérios problemas de ordem profissional e financeiro que me afastaram das “coisas do mundo” e me retirei da vida pública.
Fui demitido após 13 anos de uma empresa, na qual comandava um departamento que eu tinha como minha vida. Não foi um choque a demissão em si, pois a empresa já vinha enfrentando sérios problemas financeiros 6 a 8 meses antes. Foi a forma que as coisas foram feitas: meio na surdinha, ao pé do ouvido, muitas fofocas, muitas intrigas.
Enfim, como Deus está do lado que vence, hoje estou com empresa própria, fazendo o que gosto e com pessoas que tenho grande apreço, e o melhor, ganhado mais!
Voltando a falar de carros. Neste processo, tive que desfazer de uma das 3 motos e pensei em vender o carro. Mas, tive ajudas terrestre e divina, e estou com o carro até hoje, com 22.000 km rodados.
Não tem nenhuma novidade sobre o carro em si. Vou fazer a troca do óleo de 26.000 km. A revisão de fábrica é a 30.000 km.
Como tenho motos (Next 250 e uma Z750), uso o carro apenas quando saio acompanhado. Motos, para mim, são monopostos e não servem para levar ninguém. E depois, no meu caso também, as motos são como garotas e sou fiel a elas: quando saio, só fico com elas.
Com isso, tenho andando meio forte, sem me preocupar muito com o consumo, que continua sendo sempre acima de 10 km/l, e a média fica em torno de 11,3 km/l. Como já havia descrito, não gosto de congestionamento e então rodo preferencialmente em horário mais tranquilo e dou preferência a grandes avenidas.
Isso é um paradoxo, pois o câmbio automatizado do meu carro é excelente em congestionamento. Não quer dizer que seja horrível nas rodovias, pelo contrário. A potência do motor aliado as diversas formas de trocas de marchas (automática normal, automática esporte, troca manual com borboleta ou joystick) dá pra ser bastante divertido sem risco para o cambio ou motor, pois as trocas não são feitas diretamente pelo condutor, mas por um computador.
Particularmente, não tenho nenhuma ressalva a fazer no meu carro. Coisas comuns como queima de fusíveis de faróis ou de espelhos externos foram resolvidos em casa. Agora preciso trocar os limpadores de para-brisas pois estão meio ressecados e fazem barulho quando ligados.
Como ainda estou me recompondo minhas finanças, não penso em trocar de carro. Do jeito que este carro está, acho que vou ficar com ele por mais uns 2 a 3 anos. Até lá, acho que já vai ter aero-carro no mercadi e vou querer um modelo esportivo.
Eu recomendo a todos que comprem um carro no mínimo com câmbio Dualogic. É um câmbio que é bem resolvido, pelo menos para meu carro que é 1.6 litros. A VW lançou o Up com câmbio I-motion, ou seja num motor 1.0 litros. Como sempre, o câmbio “especial” equipa carro top-de-linha, ou seja, só é disponível para modelos superior a 40.000 reais. Ou seja, não há interesse em popularizar a troca automática de marchas.
Qualquer pessoa que pega meu carro, mesmo quem nunca dirigiu, sai tranquila pelas ruas. Mas, vejo muitos motoristas com anos de carteira fazendo o motor bater o pino devido ao motor flex que tem taxa de compressão mais elevada e a gasolina comum é ruim demais. Meu filho adora dirigir meu carro pois não “bate o pino”. Meu motor nunca “bateu o pino”.

Se fosse comprar um carro novo ficaria em dúvida entre o Palio 1.6 Dualogic e o New Fiesta 1.6 PowerShift. O preço de ambos fica na faixa de 50.000 reais. Há outra opção que levaria em consideração: um Toyota A/T semi-novo. Uma amiga comprou um com 18 meses de uso por 55.000 reais. Banco de couro, semi-completo pois veio sem alarme e ela teve o vidro quebrado e roubaram um cacarecos que tinha esquecido no banco.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

CONTOS ENGRAÇADOS SOBRE MEU CARRO

Como não tenho nenhuma novidade para colocar no blog sobre meu carro, resolvi contar duas situações engraçadas que passei com meu carro. São daquelas situações que parecem piadas, mas aconteceram naturalmente.

CONTO 1
Estava levando uma menina de uns 11 a 12 anos para uma loja que faz uniforme escolar. Depois de uns 20 minutos, conversando sobre escola, pais, professores, etc, ela se vira e diz:
_O senhor não gosta de trocar de marchas, não é?
_ Por que você acha isso?
_ O meu padrasto gosta muito de trocar de marchas, pois só sair na avenida ele troca umas 10 vezes e o senhor só trocou uma vez.

CONTO 2
Saí com uma grande amiga e após um bom almoço, café e papo, ela pediu para dirigir o meu carro, pois embora ela tenha tirado a Carteira Nacional de Habilitação, nunca mais pegou outro carro em 3 anos depois de habilitada; apenas motocicleta, uma Pop 100, que vá lá, é uma motocicleta pois não é um scooter. Chegamos ao um local de pouco trânsito e entreguei meu carro a ela. Ensinei a ligar o carro e passar o joystick para o D/M e ela disse:
_ Mas, cadê o pedal da embreagem?
_ Não tem... isto é só um detalhe, você vai ver... acelere o carro e vamos nós!
E fomos para um passeio de 10 minutos e ela maravilhada se sentindo “a motorista”. Sem tranco, sem estancar o motor, só no acelerador e no freio. Passamos diante de uma guarnição da Guarda Nacional, acampado num estádio de futebol e eu disse:
_ Faça cara que você dirige a anos...
E ela acelerou o carro firmemente e seguimos em frente. Aí, parou o carro e disse:
_ Agora me ensina a dirigir trocando as marchas como nos carros da autoescola.
_ Infelizmente não dá, pois meu carro não tem embreagem, aquele detalhe bobo... Neste carro, se você quiser, troca de marchas sem usar o pedal de embreagem. Tem um robozinho que faz isso por você.
_ Que legal...!
No dia seguinte, saí com o irmão dela e ele achou estranho que ela tenha perguntado:

_ O carro do papai tem pedal de embreagem?  

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

TESTE DE CONSUMO FINALIZADO – PILOTO AUTOMÁTICO EM ÁREA URBANA

Enfim, concluí o teste de economia de combustível utilizando o piloto automático em área urbana com meu Palio Sporting Dualogic. Para ser sincero, eu contava os dias para finalizar este teste de paciência. Mas, ao final de quase 2 meses concluí que houve uma redução no consumo. Quanto? Em torno de 7% a 11%. Esta margem eu credito ao trânsito da ocasião. Também passei a abastecer meu carro e minhas motos com gasolina aditivada, preferencialmente com o V-Power da Shell. Não é por nada. É que tem um posto pertinho de onde moro.

Utilizei o PA quando era possível, limitando a velocidade em 60 km/h. Mas, reparei que o motor funcionava mais redondo em torno de 70 km/h, com rotação por volta de 2.000 rpm e em 5ª marcha. A 60 km/h, as vezes o carro ficava em 4ª marcha, com rotação por volta dos 2.300 rpm. Depois disso, comecei a usar o PA para ficar entre 65 a 70 km/h. O consumo não se alterou, mas a condução ficou melhor.

Outro fato que contribui para a queda do consumo é o fato do motorista já entrar no carro com intuito de fazer uma condução menos agressiva. Andar tranquilo, relaxado porém com atenção, contribui para o baixo consumo.

Indiretamente, este comportamento me direcionou para que mantivesse semanalmente os pneus calibrados. Passei a me preocupar mais com o balanceamento e alinhamento das rodas e fiz depois de 2 meses de ter feito a penúltima, durante a revisão do carro. Tirei todos apetrechos de motocicletas do porta-malas e com isso aliviei algo em torno de 10 kg.

Ao ver o sinal amarelo a certa distância, ao invés de pisar no acelerador para passar antes do sinal vermelho, passei a tirar o pé do acelerador e frear progressivamente. Ao ver um sinal vermelho, tirava o pé do acelerador e deslizava e muitas vezes o sinal ficava verde e bastava voltar a acelerar progressivamente para manter o fluxo do trânsito. Ao parar num congestionamento, colocava o joystick no N (neutro). Não sei se isso influencia no consumo como num carro automático, mas como o sistema coloca o carro em N após 3 minutos aproximadamente sem movimento, passei a fazer isso manualmente.

Resumindo, o consumo do carro pode ser diminuído ou aumentado de acordo com o comportamento do condutor. De nada vai adiantar o carro ter um motor de baixa cilindrada se o condutor anda com este motor sempre em alta rotação, disputando largadas em semáforos com outros carros, andando 20 a 40 km acima dos outros carros em qualquer ocasião.


Este teste foi ótimo para mim, pois mostrou que há vida inteligente em uma condução disciplinada e responsável. Embora, às vezes, me vi tentado em andar em velocidade acima do fluxo, ou mesmo largar na frente no semáforo ou dirigir esportivamente em avenidas vazias, me controlei e no fim das contas vi meu carro se tornar tão econômico quanto um com motor 1.0.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ENFIM, VENCEU O BOM SENSO!

Acabou a novela dos freios ABS e air bags em todos os carros fabricados a partir de 01 de janeiro de 2014. Venceu o bom senso. Vidas humanas são mais importantes que os interesses de uma categoria de trabalhadores. A presidenta Dilma bateu de frente com o ministro Guido Mantega e fez prevalecer a preservação da vida, mesmo que isso possa soar uma medida anti-popular.

Mas, ainda não é o ideal. Os carros são obrigados a ter air bags duplos dianteiros. Não se fala nada sobre air bags para passageiros traseiros e laterais que são tendências mundiais. Alguns carros (de luxo!!) já dispõe de freios automáticos que são acionados quando surgem obstáculos tais como pedestres, animais ou outros veículos.

Infelizmente, ainda não é possível economicamente instalar ABS em motocicletas de baixa cilindrada e jaquetas infláveis para motociclistas e passageiros de motos é um sonho quase impossível, tanto pelos preços das jaquetas, quanto pela cultura de que motociclistas de baixa cilindrada não precisa de proteção além do trivial capacete, que na sua maioria são de qualidade questionável, embora leve o selo do INMETRO.

Uma vez, vi um jovem numa scooter 125cc em um estacionamento do shopping. Ele colocou capacete, luvas, jaquetas, cotoveleiras e joelheiras de skatista. Achei a princípio, um exagero. Uns dias depois, tive uma queda boba – moto parada – e ralei o joelho esquerdo e quebrei o dedo médio da mão direita que, até hoje, está meio torto. Eu cai com uma Bros. Se eu estivesse com todo aqueles apetrechos, provavelmente estaria contato uma outra história com final um pouco menos trágico.


Numa reportagem de jornal matutino, recebi a informação que os acidentados custam ao governo federal 45 bilhões de reais anual. Não sei se procede este valor, mas não se deve ficar colocando valores monetários a vida humana para justificar tomar medidas para sua preservação. 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

RECUO DO GOVERNO SOBRE OS FREIOS ABS E AIR BAGS

No noticiário da Globo, o ministro Guido Mantega recuou na intenção de não tornar  obrigatório os freios ABS e air bags a partir de janeiro de 2014. O recuo foi parcial, ou seja, apenas 80% dos carros novos deverão sair de fábrica com os dois equipamentos, deixando 20%  dos carros sem proteção destes dois quesitos importantes de segurança.
A alegação foi que os sindicatos que representam os metalúrgicos levantaram a hipótese de demissão de metalúrgicos pela descontinuidade de modelos que não tem condições de receber os dois equipamentos. Fico indignando, novamente, com uma afirmação desta: manter uma linha de montagem de carros inseguros sacrificando a segurança dos compradores desses carros, só pra beneficiar uma categoria de trabalhadores.
A adoção de medidas de segurança não pode ser norteada levando-se em conta se tais medidas são antipopulares em ano eleitoral. Segundo estudos, o aumento dos carros fica entre 1.000 a 1.500 reais. Eu defendo que o governo absorva este aumento reduzindo os impostos nos mesmos valores. Afinal, a população brasileira como um todo vai se beneficiar por se enquadrarem ao resto do mundo civilizado e desenvolvido.
Está se falando de segurança comprovada e não um estudo teórico a nível laboratorial e parte da população, por não ter condição de pagar a diferença de 1.000 a 1.500 reais, vai preferir comprar os 20% dos carros sem ABS e air bags e correr  risco desnecessários. Exagerando um pouco, fabricar carros sem ABS ou air bags é quase como fabricar um produto com defeito, que pode trazer conseqüências fatais ou lesões permanentes.

As fábricas de automóveis se dizem preparadas para produzir 100% dos carros com ABS e air bags a partir de 2014, como acordado a 4 anos atrás. Então, vamos produzi-los e tentar minimizar a carnificina da guerra em que se tornou o trânsito no Brasil.
FREIOS ABS E AIR BAGS – SÃO REALMENTE NECESSÁRIOS?

Pelo visto, não são tanto assim, aos olhos do governo brasileiro. O que era para ser obrigatório a partir de 2014, vai continuar a ser opcional.
Estudos sérios dentro e fora do país mostram a eficácia dos freios ABS em parada pânica controlada, se não evitando, minimizando os efeitos de uma colisão. O air bag, outro dispositivo que comprovadamente reduz a quantidade de fatalidades, já foi associado como causador de fatalidade, principalmente em crianças e bebês colocados no banco dianteiro e , mesmo com este grave problema, ainda é visto pelos especialistas como um dispositivo de segurança ativa.
Os freios ABS e air bags no Brasil são vistos como artigo de luxo. Põe no carro quem pode, embora sejam oferecidos até para alguns modelos de carros ditos populares. O governo havia concluído que a presença destes dois equipamentos de segurança iria diminuir a quantidade de fatalidades e ferimentos graves e decidiu que a partir de 2004 deixariam de ser opcionais para serem obrigatórios.
Aí vem a minha indignação. Com a desculpa que estes equipamentos iriam aumentar os custos dos carros ditos populares e o fato do país estar atravessando um período de recessão econômica, decidiu-se que tanto o ABS quanto o air bag não seriam mais obrigatórios, por enquanto. Isso leva a imaginar que tais equipamentos não são realmente necessários, já que o governo não pensou em outra alternativa, tipo, reduzir os impostos cobrindo os custos destes dois equipamentos, principalmente para carros populares. Ou seja, assim como se reduziu o IPI de carros populares, o custo do ABS e do air bags também seriam reduzidos ou mesmo gratuitos. O que por sinal seria bastante coerente, pois os compradores de carros um pouco mais caro que os populares já estavam acostumados em ter estes equipamentos embutidos nos modelos escolhidos. No meu caso, os air bags e os freios ABS, já faziam parte do pacote. Nem as rodas pude escolher. Vieram em liga leve e aro 16. Na minha querida São Luís, as ruas são esburacadas e o mais indicado seria rodas de aço.
Por outro lado, é preciso levar em conta também que os carros populares são os que mais se envolvem em colisões pelo fato de serem mais numerosos. Acredito que o ABS poderia contribuir significativamente para evitar as colisões e o air bag contribuiriam para evitar fatalidades e ferimentos graves aos ocupantes.
Assim como acho que deveria ser obrigatório o uso de jaquetas infláveis para motociclistas, bem como calças com proteção nos joelhos e região dos quadris, além de serem obrigatórios o uso de botas reforçadas e luvas de couro. Estes equipamentos ajudam a minimizar significamente os ferimentos nos motociclistas acidentados. Somente o capacete é obrigatório, mas não é só a cabeça que se choca no asfalto em caso de acidente. E assim como no caso dos carros populares, os acidentes são mais frequentes entre os motociclistas de baixa cilindrada. Então, deveria haver isenção de impostos a jaquetas infláveis, calças com proteção, botas e luvas de motociclistas, para que os motociclistas de baixa cilindrada possam andar tão protegido quanto os motociclistas abonados que compram capacetes de 2.000 reais e macacõe de couro de 3.500 reais.

Infelizmente, a desculpa de que os carros populares iriam deixar de ter preços populares venceu a lógica de que a segurança deva vir em primeiro lugar e não tem preço.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

OBRIGATORIEDADE DE USO DE JAQUETA INFLÁVEL
E LIMITADORES DE VELOCIDADE

Sou a favor. Sim, sou a favor da vida. Por isso, sou a favor de jaquetas infláveis para motoqueiros, assim como o uso de coletes a bala e capacetes balísticos para moradores de favelas, onde são frequentes os tiroteios, sejam entre bandidos ou entre policiais ou entre ambos.
Sou a favor de ciclistas que andem com bicicletas sinalizadas com luzes piscantes, espelhos retrovisores e equipamentos de proteção como joelheiras, cotoveleiras e capacetes.
Sou a favor de pedestres usarem coletes infláveis com capacetes. Haveria significativa redução de mortes por atropelamento por carros com air bags e cinto de segurança, e motociclistas que usam capacetes e jaquetas de couro.
Sou a favor da redução de velocidade para 60 km/h em todos os veículos automotivos, de duas ou mais rodas, pois têm caminhões com 22 rodas,  e instalações de limitadores eletrônicos que “cortam o motor” (duas das minhas motos já têm, mas a 9.500 e 12.000 rpm) para todos os veículos movido a motor a explosão com qualquer combustível, e elétricos, ou ambos (híbridos). Sei que é uma utopia. Imaginem poder apreciar a paisagem como nas antigas carruagens e diligências, sentir o vento no rosto.
A velocidade de 110 km/h sugerida é muito perigoso. Tão perigoso quanto a 250 km/h. A maioria dos acidentes fatais ocorrem entre 80 a 100 km/h. Os air bags são eficientes até a 60 km/h e ficam ineficientes exponencialmente com o aumento da velocidade, a tal ponto que carros de corrida não tem air bags e corredores de motos não usam jaquetas infláveis.  Aliás, tudo que estiver em movimento é perigoso. Carros e motos são perigosos até parados ou quase parados. Pessoas perdem os dedos nas portas de carros, morrem sufocadas em garagem com motor ligado, crianças são atropeladas na saída de garagem, motos caem dos cavaletes sobre crianças, etc.
Se vamos criar leis que salvem vidas, vamos fazer isso direito. Vamos proibir a fabricação de bebidas alcóolicas, ou proibir a fabricação de veículos automotivos, pois a convivência com os dois é desastroso, como vejo todo final de semana, as vezes até no meio da semana. Vamos proibir a fabricação de armas e não o porte das mesmas. Sem armas, não é preciso porte. É preciso eliminar a fonte e não criar leis paliativas que não controlam àqueles que fazem mau uso de carros, motos ou armas de fogo.
Vamos aproveitar e criar um “limitador de corrupção”. Um equipamento que é instalado nos políticos e afins, ou em todos os brasileiros que limitem a corrupção a 1 real. Na verdade, tal “limitador” deveria ter tolerância ZERO, como as leis de Deus: corrupto é corrupto, não importa se foi corrompido por um centavos ou 5 milhões de reais. Pra Deus, até a intenção é tão grave quanto a efetivação dela.
Para limitar as velocidades nas rodovias eu sugiro que sejam colocadas lombadas (quebra-molas) a cada 50 metros. As barreiras eletrônicas são burláveis: podem ser desligados e tem pessoas que não se importam em ser multadas, mas precisa ser muito doido para passar sobre uma lombada a 60 km/h. Eu viajo quase todo final de semana para uma cidade próxima e num trecho de uns 2 km tem 10 lombadas. Nunca vi ninguém acima de 50 km nos trechos “mais rápidos”. Já que os motoristas, motociclistas e pedestres não querem respeitar as leis por educação o jeito é por punição.

Com medidas sérias e severas, é possível acabar com a carnificina que se tornou o nosso modo de vida moderno. De Homo sapiens nos tornamos Homo automobiliens, humanos sobre rodas, dispostos a gastar 40.000 reais numa motocicleta de 130 cv ou 100.000 reais por um carro de 250 cv e andar a mais de 230 km/h. Mas, não pensem que é por causas destes afortunados que o mundo está este inferno que está, pois a maioria morrem em motos de 7.000 reais e carros de menos de 35.000 reais. Ou seja, motos que mal alcançam 100 km/h e carros que não chegam a 160 km/h.